sábado, 25 de junho de 2011

Inclusao Sonho ou Realidade




Inclusão.


Antes de tudo, é melhor que se defina o que significa Inclusão Escolar.
Uma escola pode ser considerada inclusiva, quando não faz distinção entre seres humanos, não seleciona ou diferencia com base em julgamentos de valores como “perfeitos e não perfeitos”, “normais e anormais”.
É aquela que proporciona uma educação voltada para todos, de forma que qualquer aluno que dela faça parte, independente deste ser ou não portador de necessidades especiais, tenha condição de conhecer, aprender, viver e ser, num ambiente livre de preconceitos que estimule suas potencialidades e a formação de uma consciência crítica.
Inclusão não pode significar adequação ou normatização, tendo em vista um encaixar de alunos numa maioria considerada “privilegiada”, mas uma conduta que possibilitasse o “fazer parte”, um conviver que respeitasse as diferenças e não tentasse anulá-las.
A escola inclusiva deve ser aberta, eficiente, democrática, solidária e, com certeza, sua prática traz vários benefícios que serão abordados em um próximo artigo.
A escola inclusiva é aquela, como dito anteriormente, que se organiza para atender alunos não apenas ditos “normais”, mas também os portadores de deficiências, a começar por seu próprio espaço físico e acomodações. Salas de aula, bibliotecas, pátio, banheiros, corredores e outros ambientes são elaborados e adaptados em função de todos os alunos e não apenas daqueles ditos normais. Possui, por exemplo, cadeiras com braços de madeira tanto para destros quanto para canhotos, livros em braile ou gravados em fita cassete, corrimãos com apoio de madeira  ou metal, rampas nos diferentes acessos de entrada e saída e assim por diante.
Mas, o principal pré-requisito não reside nos recursos materiais, já difíceis de serem obtidos por todos os estabelecimentos de ensino. O principal suporte está centrado na filosofia da escola, na existência de uma equipe multidisciplinar eficiente e no preparo e na metodologia do corpo docente.
E é aqui que começo a me questionar sobre o que é real e o que pode ser quase utópico, mediante a realidade de nosso sistema educacional.
Como professora e gestalt-terapeuta, não posso deixar de pensar em como é difícil ao ser humano experenciar a inclusão em um relacionamento com outra pessoa dita “normal”e “perfeita”.
Como já é difícil para o homem estar em contato, ser capaz de pular para o outro lado, não ser só empático, mas estar presente e confirmar o outro, suspendendo seus preconceitos, permanecendo aberto para a fenomenologia de outro ser, sem que haja qualquer diferença visível ou manifestação de necessidades especiais... O que dirá quando estas estiverem realmente presentes? Como conseguir falar e conversar com a alma de outro ser e não só com a sua cabeça?
Se realizar a inclusão como forma de relacionamento e de diálogo em situações habituais já é um grande desafio, o que poderemos pensar sobre “ensinar inclusivamente”? É como se quiséssemos colher os frutos sem antes cuidar da terra, escolher cuidadosamente a semente, respeitando as estações e o tempo certo.
A Inclusão Escolar só pode ser viável enquanto fruto e não como terra ou arado. Ela só poderá acontecer realmente quando aquele que tem a função de plantar, ou seja, o professor e toda a equipe que faz parte do funcionamento da escola, desde a direção até o servente, mudarem sua atitude em relação  ao lidar com a diferença, aceitando-a, estabelecendo novas formas de relação, de afetividade, de escuta e de compreensão, suspendendo juízos de valores que abarcam pena, repulsa e descrença.
Está nosso sistema educacional preparado para acolher a diferença em suas salas de aula?
Penso no predomínio de uma atitude sócio-econômica individualista, no relacionamento conflitante entre escola e  família, nos atritos que marcam a comunicação entre professor, pais e o aluno, com tanta dificuldade, hoje, em gostar de aprender, bem como de lidar com a hierarquia e com a colocação de limites. E tudo isso acontece na escola não inclusiva, com alunos ditos “normais”.
Como acolher o aluno com necessidades especiais se não se consegue lidar saudavelmente com as diferenças inerentes à própria existência humana?
A Inclusão Escolar depende antes de tudo de um reconhecimento humilde por parte da Escola e da Sociedade, da qual aquela faz parte, da necessidade de se educarem a si mesmas para lidar com a diferença, antes de criarem técnicas, estratégias ou métodos.
Quando reflito sobre a Inclusão Escolar, dois sentimentos se apropriam de mim: o receio de como esta será conduzida e a preocupação com um equilíbrio filosófico que lhe dê suporte.
Sou contra atitudes extremas e radicais, por serem elas disfuncionais. A meta tem que se basear num enfoque equilibrado, onde, de um lado, não se alimente a segregação do aluno com necessidades especiais, colocando-o em uma sala distanciada, e de outro, não se queira incluí-lo na classe regular, passando por cima de suas características e do que precisa em relação tanto ao espaço físico como de atendimento  profissional especializado e multidisciplinar.
Somos seres em relação e só crescemos em relação. Assim sendo, o equilíbrio para mim reside, antes de tudo, em permitir que o aluno portador de necessidades especiais possa interagir com os demais e vice-versa, e que ambos aprendam a lidar com as diferenças, não para anulá-las, mas para poder usá-las como fonte de contato verdadeiro e de amadurecimento mútuo.

Maria Montessori Uma Obra a Ser Seguida



Maria Montessori - médica e educadora, nasceu na Itália, em 1870 e morreu em 1952, na Holanda.

Foi a primeira mulher a se formar em medicina na Universidade de Roma. Aos 25 anos começou a se dedicar ao estudo de crianças portadoras de deficiências e por isso banidas da sociedade.

Com o passar dos anos, constatou deficiências na educação de seu tempo e passou a utilizar seu método em crianças comuns, em escolas regulares, obtendo um excelente resultado.
O Método Montessori foi difundido através da "Pedagogia Cientifica", síntese das suas idéias sobre educação; seu campo de trabalho foi a escola criada por ela em um bairro de operários chamada "Casa dei Banbini", onde aplicou seu modelo de ensino, contrariando os procedimentos tradicionais adotados na época.
O Método Montessori foi um dos primeiros métodos ativos quanto à criação e aplicação, tendo, como principal objetivo, as atividades motoras e sensoriais.
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Expoente do movimento da Escola Nova, em função de sua pedagogia construiu-se, pela primeira vez, na história da educação, um ambiente escolar (a Casa dei Bambini) com objetos pequenos para que a criança tivesse pleno domínio deles: mesas, cadeiras, estantes, etc.
Com tais materiais concretos, Maria Montessori conseguia fazer com que crianças, pelo tato, pela pressão, pudessem distinguir as formas dos objetos, espaços e ruídos.

Elaborou uma enorme quantidade de jogos e materiais pedagógicos que são utilizados, ainda hoje, com pequenas variações, por milhares de escolas de educação infantil do mundo inteiro.
É um dos métodos de educação infantil mais difundidos e utilizados em escolas brasileiras, de forma pura ou mesclado com princípios construtivistas.
Para Montessori, a criança é um ser dotado de poderes desconhecidos, que podem levá-la a um futuro luminoso. Acreditava ainda ser a criança, ao nascer, totalmente incapaz, mas capaz de construir seu mundo num rápido espaço de tempo
Montessori nomeou a criança como "obreira de construção do conhecimento".
Esse conhecimento se dá por fases e a fase que mais a interessava era de 0 a 06 anos, na qual, segundo Montessori, se formavam a inteligência e o complexo das faculdades psíquicas.
De 03 a 06 anos, a criança conquista conscientemente seu meio ambiente; assim, um ambiente preparado permite à criança fazer escolhas e responsabilizar-se por sua própria aprendizagem, aprendendo a compartilhar e a esperar.
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Centrada numa postura psicológica sensorial, a base de seu trabalho se dava através de estímulos externos, determinados e orientados para cada objetivo a ser desenvolvido, da forma seguinte:
1 - Educação básica ou de peso - era feita através de tabelinhas de diferentes qualidades, pesando 24, 18, 12 gramas.

2 - Educação estereognóstica - reconhecimento de objetos pelos sentidos musculares e táteis, através de exercícios feitos com os olhos fechados.

3 - Educação do olfato e do paladar - exercícios muito simples: são apresentadas varias substâncias diferentes as quais as crianças cheiram ou provam, com os olhos vendados para identificá-las.
4 - Educação táctil e térmica - consiste em desenvolver as habilidades pelo tato, a agilidade, noções de higiene, sensibilidade do calor, sentidos térmicos e táteis. Para isso utilizavam-se materiais de diferentes superfícies, tecidos diferentes, tigelas cheios de água em temperaturas diferentes.
5 - Educação da vista - tem como objetivo conduzir a criança a observar e perceber distâncias e cores, utilizando os seguinte materiais: caixas com cartões, encaixes sólidos, objetos de diferentes tamanhos e espessuras.

6 - Educação do ouvido - realizada através de exercícios que servem para a aquisição da linguagem treinando a atenção e reconhecimento dos sons, utilizando apitos, caixinhas cheias de material diferentes e campainhas. Com educação do ouvido, cria-se um introdução para a iniciação musical, gestual e de atitudes.

7 - Lição do silêncio - em que as crianças são levadas a observar ruídos - desde o voar de uma abelha até o barulho percebido num parque.

Tais exercícios têm como objetivo fazer com que a criança ganhe concentração e disciplina.
Todos os exercícios motivadores são praticados com material aconselhável para educação dos sentidos.
Alguns desses materiais são auto-didáticos, isto é, possibilitam à criança, ao trabalhar com eles, observar seus próprios erros .
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Uma das maiores contribuições de Montessori é seu material dourado, usado para auxiliar o ensino e aprendizagem do sistema de números decimais e operações fundamentais.
No ensino tradicional as crianças "dominam" os algarismos a partir de treinos cansativos, mas não compreendem o que estão fazendo.
Com o Material dourado as crianças passam a ter uma imagem concreta facilitando a compreensão desenvolvendo um raciocínio e aprendizado mais agradável.

Os Materiais e montessorianos

1 - Material das contas - destinado a representar os números sob forma geométrica. As unidades são representadas por pequenas contas amarelas; a dezena (ou número 10) é formada por uma barra de 10 contas enfiadas num arame bem duro. É repetida 10 vezes em 10 outras barras ligadas entre si que formam o quadrado de dez somando o total de cem.

2 - Material dourado - constituído por cubinhos, barras, placas e cubão. O cubo é formado por 10 placas, a placa é formada por 10 barras e a barra é formada por 10 cubinhos. Esse material é feito de madeira.

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O Método Montessori e sua prática pedagógica
Baseia-se em:
1 - Jogos livres - Seu objetivo é ter contato com o material de maneira livre, sem regras. O material dourado é construído de maneira a representar um sistema de agrupamentos.

2 - Montagem - Seu objetivo é perceber as relações que há entre as peças.

3 - Ditado - Seu objetivo é relacionar cada grupo de peças ao seu valor numérico. O professor deve mostrar aos alunos, um de cada vez, cartões com os números. As crianças devem mostrar as peças correspondentes, utilizando a menor quantidade delas.

4 - Fazendo trocas - Seu objetivo é a compreensão das características do sistema decimal. Fazer agrupamentos de 10 em 10, fazer reagrupamentos, fazer trocas, estimular o cálculo mental.

5 - Preenchendo tabelas - seus objetivos são:
relacionar cada grupo de peças ao seu valor numérico; compreender as características do sistema decimal; preencher tabelas respeitando o valor posicional; fazer comparações de números; fazer ordenação de números; fazer agrupamento de 10 em 10; fazer reagrupamentos; fazer trocas; estimular o cálculo mental.
No final do jogo da criança deve escrever em uma tabela a quantidade conseguida.

As crianças devem responder, ainda, a perguntas como: quem conseguiu a peça de maior valor? e de menor valor?

6 - Partindo de cubinhos - tem como objetivo relacionar cada grupo de peças ao seu valor numérico, a fim de compreender as características do sistema decimal.
Cada criança recebe um certo número de cubinhos que devem ser trocados por barras e depois por placas. E, seguida, deve-se escrever em uma tabela os números correspondentes às quantidades de placas, barras e cubinhos obtidos depois da trocas. Para a atividade ficar mais interessante, pode-se aumentar o número de cubinhos.

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7 - "Vamos fazer um trem?" - tem como objetivo compreender que o sucessor é o que tem "1 a mais" na seqüência numérica. O professor deve fazer com os alunos um trem, sendo que o primeiro vagão deve ser um cubinho, o vagão seguinte deve ter um cubinho a mais que o anterior e assim por diante. O último vagão é formado por duas barras. As crianças devem receber papeletas nas quais, colocam o código da cada vagão. Assim, a criança terá a noção de sucessor, ficando claro para a criança o "mais um" na seqüência dos números, contribuindo para melhor compreensão do valor posicional dos algarismos na escrita dos números.
8 - Um trem especial - seu objetivo é demonstrar que o antecessor tem "1 a menos" na seqüência numérica. Esta atividade é o contrário da atividade anterior. Começa-se o trem com duas barras, para o 1 vagão, e a cada vagão construído terá um cubo a menos, até que o ultimo vagão tenha apenas 1 cubinho. Passando assim a idéia de "menos 1" para as crianças, fazendo também com que a criança compreenda o valor posicional dos algarismos na escrita numérica.

9 - Jogo dos cartões - tem como objetivo a compreensão do mecanismo do "vai um" nas adições e e estimular o cálculo mental.

O professor coloca no centro do grupo alguns cartões virados para baixo; nos cartões estão escritos números entre 50 e 70; um aluno do grupo sorteia um cartão; os demais pegam as peças correspondentes ao número sorteado; em seguida, um aluno do grupo vai ao quadro e registra em uma tabela os números correspondentes ás quantidades de peças.
Faz-se isto por duas vezes, após o que o aluno deve perceber a soma que há cada vez que se acrescenta um número na tabela.
É importante que a criança perceba a relação entre sua ação com o material e os passos efetuados na operação.

10 - O jogo de retirar - seu objetivo é a compreensão do mecanismo do "empresta um" nas subtrações e estimular o cálculo mental. Essa atividade pode ser realizada com um jogo de várias rodadas onde, em cada uma delas, os grupos sorteiam um cartão e uma papeleta; no cartão deve haver um número e os grupos devem pegar as peças correspondentes a essa quantia; na papeleta há uma ordem que indica quantos devem tirar da quantia que têm. Ex: cartão com número 31 e papeleta com a ordem 25.

Vence a rodada o grupo que ficar com as peças que representam o menor número; o grupo que ganhar mais rodadas vence o jogo.

11 - Destroca - tem como objetivo compreender o mecanismo do "empresta um" nas subtrações e estimular o cálculo mental.
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Princípios básicos do Método Montessori
São a atividade, a individualidade e a liberdade, como segue:

1 - Liberdade

A concepção da educação, em Montessori, é desenvolvimento, mais do que o ajustamento ou integração social. O ser biológico vale mais que o ser social.

A vida é desenvolvimento e para isso tem que se educar para permitir esse desenvolvimento, o que só acontece se colocarmos a criança num ambiente onde ela se sinta á vontade.

Por esse motivo, a liberdade é o primeiro e mais amplo princípio de Montessori.

..."O verdadeiro desenvolvimento não depende de precoce orientação ou adaptação do ser infantil ás finalidades da espécie, mas na possibilidade de realizar as condições de vida, necessárias no momento presente da educação". (1)
.Assim, a escola deve estar adaptada e organizada para manter a criança em plena liberdade. A criança criará por si própria a disciplina, despertada pelo interesse do trabalho escolar.
Indisciplina para nossa visão montessoriana é vista como doença ou atividade desinteressada. A criança disciplinada é aquela sadia e bem dirigida.
Todavia, liberdade não significa um abandono e sim permitir o desenvolvimento das manifestações espontâneas das crianças - as atividades.

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Princípios básicos do Método Montessori
São a atividade, a individualidade e a liberdade, como segue:

1 - Liberdade

A concepção da educação, em Montessori, é desenvolvimento, mais do que o ajustamento ou integração social. O ser biológico vale mais que o ser social.

A vida é desenvolvimento e para isso tem que se educar para permitir esse desenvolvimento, o que só acontece se colocarmos a criança num ambiente onde ela se sinta á vontade.

Por esse motivo, a liberdade é o primeiro e mais amplo princípio de Montessori.

..."O verdadeiro desenvolvimento não depende de precoce orientação ou adaptação do ser infantil ás finalidades da espécie, mas na possibilidade de realizar as condições de vida, necessárias no momento presente da educação". (1)
.Assim, a escola deve estar adaptada e organizada para manter a criança em plena liberdade. A criança criará por si própria a disciplina, despertada pelo interesse do trabalho escolar.
Indisciplina para nossa visão montessoriana é vista como doença ou atividade desinteressada. A criança disciplinada é aquela sadia e bem dirigida.
Todavia, liberdade não significa um abandono e sim permitir o desenvolvimento das manifestações espontâneas das crianças - as atividades.

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2 - Atividade
É conseqüência do princípio de liberdade, pois a criança tem que ter liberdade, mas de forma organizada.
Para que a criança absorva o sentido de organização ela deve viver num ambiente ordeiro, onde seja respeitada, assim como deve ser respeitado o seu tempo necessário de aprendizagem.
A criança deve ter liberdade com responsabilidade e isso a levará à independência através de um trabalho cooperativo.
Montessori dá grande importância à coordenação dos movimentos e ao controle da ação . Desde cedo a criança é submetida a exercícios sistemáticos, com material apropriado, com intuito da dominação de si mesma, fazendo a criança chegar da ordem exterior á ordem interior.


3 - Individualidade

Ninguém é livre se não possuir individualidade; por isso, as manifestações ativas da verdadeira liberdade devem ser dirigidas desde cedo nesse sentido.
A educação deve ser orientada para a formação da individualidade. O homem capaz de fazer por si mesmo valoriza suas ações, conquista a si mesmo, conquista seu poder construirá um futuro produtivo e independente.

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Oposição ao Método Montessori
O Método Montessori encontrou forte oposição mesmo na Itália, onde foi criado e implantado pela primeira vez.
Seus opositores argumentavam serem seus princípios por demais idealistas e dando importância somente à educação sensorial, desprezando as técnicas didáticas regulares.
Ainda, segundo seus opositores, faltava-lhe originalidade, sendo baseado em idéias de outros autores, como Froebel, Pizzoli, Giuseppe de Sergi, entre outros.
Outra crítica seriam os pontos contraditórios de sua prática pedagógica, baseada não numa "psicologia infantil", mas na "psicologia dos adultos".

Todavia, mesmo sendo seus processos considerados, por muitos, "ultrapassados" e "superados", o Método Montessori é amplamente utilizado nas escolas de educação infantil em geral, para a educação dos sentidos.
Montessori no Brasil
O método montessoriano teve seu auge de emprego, em escolas brasileiras, nos anos de 60/70. Hoje é criticado pela sua concepção psicológica e em função da força com que as idéias da psicologia baseada em Jean Piaget (construtivismo ou interacionismo) tomaram conta da educação infantil.

Sua grande contribuição continua sendo, sem dúvida, a concepção da educação dos sentidos, além da praticidade de utilização do Material Dourado, universalmente adotado na educação infantil; esses elementos do Método convivem sem conflitos em suas escolas, com técnicas pedagógicas das mais variadas correntes de pensamento.

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Leia mais sobre Montessori
Cotrin, Gilberto e Parise, Mário - Fundamentos da Educação, Saraiva, SP, 2a. Ed., 1979.
Gadotti, Moacir - História das Idéias Pedagógicas - Ed. Ática, São Paulo, 5a. Ed..
Lourenço Filho, M.B. - Introducção ao Estudo da Escola Nova - Cia. Melhoramentos Ed., São Paulo, 1930.
Machado, Izaltina de Lurdes - Educação Montessori - de um homem novo para um mundo novo - Editora . Pioneira-Thompson, São Paulo, 1a. ed.
Montessori, Maria - Em Família - Editora Nórdica, Rio de Janeiro, 1a. ed.
Montessori, Maria - A Criança - Edidora Nórdica, Rio de Janeiro, 1a. ed.
Montessori, Maria - Mente Absorvente - Editora Nórdica, Rio de Janeiro, 1a. ed..
Veja os sites
www.montessori.edu/ (The International Montessori Index). Inglês
www.montessori.org (Montessori Foundation/International Montessori Council). Inglês
www.montessori-ami.org/ (Association Montessori Internationale - fundada em 1929 por Maria Montessori). Inglês

Provas do Enem 2010



Confira as provas do Enem 2010

Baixe aqui os cadernos azul, amarelo, branco e rosa do exame


Perdeu o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010 e deseja ver como é a prova? Quer estudar um pouco mais para o vestibular refazendo o exame? Baixe aqui e resolva as provas do Enem, que aconteceram nesse final de semana, 6 e 7 de novembro, e depois confira o seu desempenho com o gabarito do GUIA DO ESTUDANTE.

Provas de sábado - 6/11/2010

Prova azul
Prova amarela
Prova branca
Prova rosa

Provas de domingo - 7/11/2010

Prova azul
Prova amarela
Prova cinza
Prova rosa





terça-feira, 31 de maio de 2011

Novo Acordo Ortográfico



Ficha Técnica
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Título: Novo Acordo Ortográfico
Autor: Editora Saraiva
Estilo: Curso | Vídeo Aulas
Lançamento: 2011
Idioma: Português - BR
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Resumo (Sinopse)
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O acordo Ortográfico de Língua Portuguesa, assinado em 1990 pelos membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e já aprovado também pelo Brasil, está em vigor desde janeiro de 2009. O acordo tem como objetivo unificar a ortografia em todos os países de língua portuguesa. Para que voce conheça bems este importante assunto, a Editora Saraiva preparou um DVD em que a Professora Laíz Barbosa de Carvalho, apresenta um breve histórico sobre o acordo, as mudanças e as novas regras.


Laiz Barbosa de Carvalho: Licenciada em Letras e Mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Sagrado Coração (USC, Bauru-SP). Professora de Língua Portuguesa na Escola Suíço-Brasileira de São Paulo. Autora da coleção Escrever Bem com Gramática (2 ao 5 anos) e também da obra Gramática – Uso e Interação (6 ao 9 anos), ambos pela Editora Saraiva.
  








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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Braille Virtual





Para aprender Braille na Internet
Uma das dificuldades do deficiente visual é que os demais à sua volta não conhecem o Sistema Braille de leitura para cegos. O Braille Virtual é um curso on-line baseado em animações gráficas e destinado à difusão e ensino do sistema Braille a pessoas que vêem. Veja o método
Área de Download Windows:
Para instalar a versão off-line do Braille Virtual em seu computador, click no link abaixo e escolha a opção "Salvar" quando perguntado. Em seguida, escolha onde quer guardar o arquivo, se no disco rígido C\: ou em um disquete A:\. Depois de baixado, click no programa BrailleVirtual.exe e siga as instruções do assistente de instalação. O atalho para o software estará na área de trabalho e no menu "Programas". A instalação pode ser copiada e distribuída livremente.




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Baixar Aplicativo





















































segunda-feira, 2 de maio de 2011

Livros gratuitos




Alo galera, olhem que interessante!!
São livros do Domínio Público, site que o governo ameaça tirar do ar por falta de acessos..
É a maior biblioteca virtual gratuita que conheço. Vale mesmo repassar..
É só clicar no título para  ler ou imprimir.
 
 
 
 
1. A Divina Comédia -Dante Alighieri
2.
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3.
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4.
Dom Casmurro -Machado de Assis
5.
Cancioneiro -Fernando Pessoa
6.
Romeu e Julieta -William Shakespeare
7.
A Cartomante -Machado de Assis
8.
Mensagem -Fernando Pessoa
9.
A Carteira -Machado de Assis
10.
A Megera Domada -William Shakespeare
11.
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
12.
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13.
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14.
Dom Casmurro -Machado de Assis
15..
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16.
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17.
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18.
A Carta -Pero Vaz de Caminha
19.
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20.
Macbeth -William Shakespeare
21.
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
22.
A Tempestade -William Shakespeare
23.
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24.
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25.
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26.
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27.
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28.
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29.
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30.
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
31.
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
32.
A Mão e a Luva -Machado de Assis
33.
Arte Poética -Aristóteles
34.
Conto de Inverno -William Shakespeare
35.
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
36.
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37.
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38.
A Metamorfose -Franz Kafka
39.
A Cartomante -Machado de Assis
40.
Rei Lear -William Shakespeare
41.
A Causa Secreta -Machado de Assis
42.
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43.
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44.
Júlio César -William Shakespeare
45.
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
46.
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47.
Cancioneiro -Fernando Pessoa
48.
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
49.
A Ela -Machado de Assis
50.
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51.
Dom Casmurro -Machado de Assis
52.
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53.
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54.
Adão e Eva -Machado de Assis
55.
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56.
A Chinela Turca -Machado de Assis
57.
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
58.
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
59.
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
60.
Iracema -José de Alencar
61.
A Mão e a Luva -Machado de Assis
62.
Ricardo III -William Shakespeare
63.
O Alienista -Machado de Assis
64.
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
65.
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
66.
A Carteira -Machado de Assis
67.
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68.
Senhora -José de Alencar
69.
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
70.
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
71.
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72.
Sonetos -Luís Vaz de Camões
73.
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74.
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75.
Iracema -José de Alencar
76.
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
77.
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
78.
O Guarani -José de Alencar
79.
A Mulher de Preto -Machado de Assis
80.
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
81.
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
82.
A Pianista -Machado de Assis
83.
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84.
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85.
A Herança -Machado de Assis
86.
A chave -Machado de Assis
87.
Eu -Augusto dos Anjos
88.
As Primaveras -Casimiro de Abreu
89.
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90.
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91.
Quincas Borba -Machado de Assis
92.
A Segunda Vida -Machado de Assis
93.
Os Sertões -Euclides da Cunha
94.
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95.
O Alienista -Machado de Assis
96.
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97.
Medida Por Medida -William Shakespeare
98.
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99.
A Alma do Lázaro -José de Alencar
100.
A Vida Eterna -Machado de Assis
101.
A Causa Secreta -Machado de Assis
102.
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103.
Divina Comedia -Dante Alighieri
104.
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105.
Coriolano -William Shakespeare
106.
Astúcias de Marido -Machado de Assis
107.
Senhora -José de Alencar
108.
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109.
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
110.
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
111.
A 'Não-me-toques' ! -Artur Azevedo
112.
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113.
Obras Seletas -Rui Barbosa
114.
A Mão e a Luva -Machado de Assis
115.
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116.
Aurora sem Dia -Machado de Assis
117.
Édipo-Rei -Sófocles
118.
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119.
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120.
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121.
Tito Andrônico -William Shakespeare
122.
Adão e Eva -Machado de Assis
123.
Os Sertões -Euclides da Cunha
124.
Esaú e Jacó -Machado de Assis
125.
Don Quixote -Miguel de Cervantes
126.
Camões -Joaquim Nabuco
127.
Antes que Cases -Machado de Assis
128.
A melhor das noivas -Machado de Assis
129.
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130.
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131.
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
132.
Helena -Machado de Assis
133.
Contos -José Maria Eça de Queirós
134.
A Sereníssima República -Machado de Assis
135.
Iliada -Homero
136.
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137.
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
138.
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139.
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
140.
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
141.
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
142.
A Carne -Júlio Ribeiro
143.
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144.
Don Quijote -Miguel de Cervantes
145.
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
146.
A Semana -Machado de Assis
147.
A viúva Sobral -Machado de Assis
148.
A Princesa de Babilônia -Voltaire
149.
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150.
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151.
Papéis Avulsos -Machado de Assis
152.
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153.
Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
154.
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155.
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
156.
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157.
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158.
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159.
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160.
Almas Agradecidas -Machado de Assis
161.
Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162.
Contos Fluminenses -Machado de Assis
163.
Odisséia -Homero
164.
Quincas Borba -Machado de Assis
165.
A Mulher de Preto -Machado de Assis
166.
Balas de Estalo -Machado de Assis
167.
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168.
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169.
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170.
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171.
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172.
Cinco Minutos -José de Alencar
173.
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174.
Lucíola -José de Alencar
175.
A Parasita Azul -Machado de Assis
176.
A Viuvinha -José de Alencar
177.
Utopia -Thomas Morus
178.
Missa do Galo -Machado de Assis
179.
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
180.
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
181.
Hamlet -William Shakespeare
182.
A Ama-Seca -Artur Azevedo
183.
O Espelho -Machado de Assis
184.
Helena -Machado de Assis
185.
As Academias de Sião -Machado de Assis
186.
A Carne -Júlio Ribeiro
187.
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188.
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189.
Antes da Missa -Machado de Assis
190.
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191.
A Carta -Pero Vaz de Caminha
192.
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193.
A mulher Pálida -Machado de Assis
194.
Americanas -Machado de Assis
195.
Cândido -Voltaire
196.
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
197.
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
198.
Conto de Escola -Machado de Assis
199.
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
200.
Iluminuras -Arthur Rimbaud
201.
Schopenhauer -Thomas Mann
202.
Carolina -Casimiro de Abreu
203.
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
204.
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
205.
Memorial de Aires -Machado de Assis
206.
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
207.
A última receita -Machado de Assis
208.
7 Canções -Salomão Rovedo
209.
Antologia -Antero de Quental
210.
O Alienista -Machado de Assis
211.
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
212.
Alma Inquieta -Olavo Bilac
213.
A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
214.
A Semana -Machado de Assis
215.
Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
216.
A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
217.
Esaú e Jacó -Machado de Assis
218.
Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
219.
História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
220.
A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
221.
Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
222.
Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
223.
Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
224.
A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
225.
Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
226.
As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
227.
O LIVRO D'ELE -Florbela Espanca
228.
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
229.
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
230.
Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
231.
A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
232.
Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
233.
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
234.
A Bela Madame Vargas -João do Rio
235.
Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
236.
Cinco Mulheres -Machado de Assis
237.
A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
238.
O Cortiço -Aluísio Azevedo
239.
RELIQUIAE -Florbela Espanca
240.
Minha formação -Joaquim Nabuco
241.
A Conselho do Marido -Artur Azevedo
242.
Auto da Alma -Gil Vicente
243.
345 -Artur Azevedo
244.
O Dicionário -Machado de Assis
245.
Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
246..
A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
247.
AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
248.
Cinco minutos -José de Alencar
249.
Lucíola -José de Alencar
250.
Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
251.
A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
252.
A Alegria da Revolução -Ken Knab
253.
O Ateneu -Raul Pompéia
254.
O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
255.
Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
256.
A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
257.
Noite de Almirante -Machado de Assis
258.
O Sertanejo -José de Alencar
259.
A Conquista -Coelho Neto
260.
Casa Velha -Machado de Assis
261.
O Enfermeiro -Machado de Assis
262.
O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
263.
Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
264.
A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
265.
Poemas -Safo
266.
A Viuvinha -José de Alencar
267.
Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
268.
Contos para Velhos -Olavo Bilac
269.
Ulysses -James Joyce
270.
13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
271.
Cícero -Plutarco
272.
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
273.
Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
274.
As Religiões no Rio -João do Rio
275.
Várias Histórias -Machado de Assis
276.
A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
277.
Bons Dias -Machado de Assis
278.
O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
279.
A Capital Federal -Artur Azevedo
280.
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
281.
As Forças Caudinas -Machado de Assis
282.
Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
283.
Balas de Estalo -Machado de Assis
284.
AS VIAGENS -Olavo Bilac
285.
Antigonas -Sofócles
286.
A Dívida -Artur Azevedo
287.
Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
288.
Uns Braços -Machado de Assis
289.
Ubirajara -José de Alencar
290.
Poética -Aristóteles
291.
Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
292.
A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
293.
Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
294.
Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
295.
Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
296.
Via-Láctea -Olavo Bilac
297.
O Mulato -Aluísio de Azevedo
298.
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
299.
Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
300.
A Pata da Gazela -José de Alencar
301.
BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
302.
Vozes d'África -Antônio Frederico de Castro Alves
303..
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
304.
O que é o Casamento? -José de Alencar
305.
A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht

... BOA LEITURA.